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Entrevista: Denis Pedroso
27.04.11 02:02Deixe seu comentário

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O DJ e promoter Denis Pedroso fala sobre a festa INMWT (In New Music We Trust) no James, uma das mais fervidas de Curitiba. 

 

 

Quantos anos você tem? Há quanto tempo existe a INMWT? Comecou como DJ nessa festa? 

 

Tenho 30 anos e a INMWT existe desde 2005. Comecei discotecando na Quarta Rock do James, a convite dos djs de lá, que não aguentavam mais eu entregando CDs pra eles tocarem as músicas novas que eu pesquisava. Na época, o som, nesse segmento, girava em torno dos anos 80 e 90. 

 

O que você toca? 

 

Depende da festa. Não sou DJ, tecnicamente falando, então aposto em repertório. Portanto, dependendo do lugar que eu toque, levo um repertório que, a princípio, outros não exploram (não pra ser diferente, apenas, mas pra oferecer outras possibilidades. O espírito do projeto INMWT é meio esse). Se a festa comporta novidades, então acabo mandando coisas que pesquiso e não ouço sendo tocadas por aí. Se me dão liberdade total e o espaço recebe bem, então a sonoridade que curto mandar é eletro rock com hip hop, aquela mistura mais maximal, no sentido de diversidade sonora, batidas e transições. 

 

Quantos anos tem a festa? 

 

Ela completa 6 anos, agora em setembro (2011).

 

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Quais as melhores edições até agora? Teve alguma particularmente memorável? 

 

A festa passou por diferentes fases. Quando comento no Twitter que cada edição é uma surpresa, isso é real, pois não há Djs residentes e os sets sempre mudam. A única regra é tocar música dos 00's em diante. Nesses quase 6 anos, passamos por diferentes fases e tipos de público, então a sonoridade mudou bastante. No começo, era indie rock, anos depois estava bem eletrônica. Hoje, a festa vai mais na linha maximal, misturando as sonoridades, e o eletrônico deixado de lado (por exemplo, dificilmente se tocará faixas com 5 minutos e sem nenhum vocal. Isso se deveu mais em relação à resposta do público, com isso o critério pra chamar convidados mudou também). 

No começo do no passado, mudei novamente o rumo da fetsa, tornando-a ainda mais eclética ainda e com aquela pegada maximal que gosto de pôr em meus sets. A resposta do público foi excelente e desde então tivemos ótimas edições. Em Novembro, quando recebemos os sets da Killing the Dance X 4e20, a coisa toda estava bem estabelecida já e assim a festa virou uma grande confraternização. Porém, esta última edição, em que veio tocar o Ricardo Bizafra (Fone Dourado/BH) e tivemos ainda os curitibanos DJ Feiges (Reboot) e o Ale Dantas (do James), a interação do público com os Djs e a resposta na pista foi até então nunca vista. O clima de confraternização e o caráter eclético dos sets enriqueceu o evento, por isso certamente tomarei esta última como parâmetro, para a partir dela procurar sempre, apesar de cada edição ser diferente, manter essa clima que rolou. 

 

 

Vocês fazem flyer? Qual a importância da internet e redes sociais pra divulgarem os eventos? 

 

No começo, fazíamo flyers e cartazes, que eu distribuía no circuito mais alternativo da cidade. Com o tempo, tudo migrou pra plataforma virtual, além do que fomos criando um público fiel e até quem não vai à festa sabe quando ela rola e como é que funciona. 

Portanto, a importância das redes sociais, hoje, é enorme nesse trabalho de divulgação (e, mais ainda, de promoção do projeto INMWT como um todo) das edições e os convidados (temos o Blog também, que de certo modo mantém o público conectado). Mas estamos sempre aprimorando esse trabalho de pré e também de pós. Agora, com o Facebook e os recursos que eles cada vez mais implementam, a coisa toda tem crescido em importância, não apenas como divulga, mas também esse outro lado da promoção do projeto e da marca (do INMWT, mas do James, também).

 

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Saiba mais:

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Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
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A eletrônica chegou lá...
14.04.11 14:5315 comentários

Recentemente o site Gizmodo publicou um ótimo texto que atende pelo título “Tudo é maravilhoso hoje e ninguém está feliz”. Aconselho quem ainda não leu a matéria que o faça o quanto antes ou assista ao vídeo abaixo, mas, pra quem está com preguiça, me arrisco a fazer um breve resumo. Em poucas palavras, o que se diz é que mesmo vivendo em uma época em que temos absolutamente tudo à nossa mão – em boa parte graças às facilidades tecnológicas – todos estão insatisfeitos, reclamando e achando tudo ruim, como que ignorando (e até subestimando) o real valor disso tudo.

 


O paradoxo é real e vale uma análise mais detalhada. Ocorre que de tanto ler textos com a temática “o pop está eletrônico de vez” nos mais diferentes meios brasileiros  ou estrangeiros, acabei concluindo que ele se aplica, também, ao mundo da música, e mais especificamente ainda, ao nicho eletrônico dela.


É chover no molhado afirmar que desde que o hip-hop norte americano abraçou de vez produtores eletrônicos manjados e a bagagem que eles possuíam, sim, o pop se tornou uma espécie de releitura de hits que a gente escutava há 10 anos atrás nas pistas.


Mas, sejamos sinceros: isto realmente pode ser considerado ruim como alguns propõem? Claro que pra quem freqüenta clubes e já escutou (e dançou) estas estruturas e elementos à exaustão nos últimos 15 anos, o som de um Black Eyed Peas soa perto da insuportabilidade. Mas pras gerações nascidas dos anos 90 pra frente isto é tão novo quanto para o grande público norte americano, que já teve contato com isso em algumas ocasiões (Madonna produzida por Stuart Price é um exemplo emblemático), mas só agora aderiu em massa à esta proposta.


A verdade é que a música eletrônica nunca foi tão grande quanto é hoje mesmo se analisada somente nos seus redutos tradicionais, e ainda assim, surpreendentemente ninguém parece estar feliz com isso. Quando na história DJs que fazem sonoridades consideradas “não comerciais” foram tantos e ganharam tão bem? Hawtin, Villalobos, Luciano, Sven Vath são algumas figuras que ganham bastante mesmo sendo completamente desconhecidos do grande público e fazendo um trabalho rotulado por muitos como “underground”. Novidades não faltam também, e o menino prodígio novo “future-DJ-heroe” Nicolas Jaar é uma das evidências de que ainda há muita coisa boa e nova sendo feita. Penso que sim, isto deve ser comemorado e visto como uma fase única.


No Brasil a insatisfação é recorrente também, mas quando tivemos tantos clubes no país? Ou quando houve tantos veículos e ferramentas de comunicação (programas de rádio, blogs, revistas, sites, etc) específicos? Um circuito de clubes completo que, apesar de dominado por propostas muitas vezes quase apelativas de tão comerciais, ainda assim possui do outro lado tantas opções espalhadas por diversas cidades que possibilitam trazer simplesmente qualquer artista pra cá. De novo, penso que a lógica recomenda uma satisfação com isso.


Este estágio é bem diferente daquele de não muito tempo atrás. Raves proibidas e demonizadas (ok, isto ainda acontece), comemorações mil quando vinha um grande DJ, circuito de clubes restrito à poucas cidades e uma “cena” que era quase de gueto. A cartilha do romantismo musical apregoa que sim, estes tempos que eram bons - mas criticar tudo quando se parece ter finalmente chegado “lá” soa mais como chatice do que saudosismo.

 

Se a eletrônica lá atrás quis crescer e ficar grande e hoje e quer sair de vez do campo dos estereótipos, o seu público vai ter que se acostumar aos ônus e aos bônus disso. Esta fase "adulta" traz, sim, os seus incovenientes. Mas é difícil acreditar que eles realmente serão capazes de se sobrepor aos benefícios.

João Anzolin
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
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Clube das pistas
18.01.11 19:07Deixe seu comentário

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Clubes de compra se tornaram uma febre no Brasil (e no mundo) nos últimos anos. O sistema de reunir grupos de pessoas para ganhar descontos ou simplesmente comprar tickets que garantem vantagens em estabelecimentos se mostrou bom tanto para comerciantes, que viram uma oportunidade de incrementar vendas de dias/produtos/serviços relativamente fracos, como para consumidores, que muitas vezes pagam menos da metade do preço para usufruir disso.

A última novidade no gênero atende pelo nome de Vipe Clube e é dedicada a um nicho específico: a música eletrônica. Idealizado pelas agências de DJs 3Plus e DJCom, pela agência de webdesign Go2 e pelo DJ, produtor e empresário curitibano Ilan Kriger, o site pretende ser um portal de comercialização de ingressos, pacotes, combos, cursos e tudo que diga respeito ao mercado da cena eletrônica. Clubes como Warung, revistas como Mixmag e a Rio Music Conference já participam do portal, que entrou no ar esta semana.

Outra ferramenta possível e bem mais interessante do Vipe Clube é a chamada "Todos por 1". Inspirada no site www.queremos.com.br, que em 2010 conseguiu viabilizar shows no Rio de Janeiro, a idéia é concentrar em um só local iniciativas para realização de eventos. O sistema é o mesmo:  vender cotas que garantam a realização da festa.

Conheça: www.vipeclube.com.br

João Anzolin
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
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Curitiba Sônica 2.0
14.01.10 15:49Deixe seu comentário

O projeto Curitiba Sônica inicia 2010 com mais dois shows gratuitos no TUC. Na sexta-feira (15), a banda Lasttape faz sua estreia nos palcos e grava ao vivo o seu primeiro registro fonográfico. No sábado é a vez de Koti e os Penitentes se apresentarem no CS.
Lasttape é mais um desses novíssimos nomes de Curitiba que irá gravar seu primeiro registro fonográfico. As composições brincam bastante com texturas e colagens de sons, vozes e ruídos que “abordam com clareza temas pesados inerentes ao ser-humano”. A banda é uma das surpresas do projeto.

E no sábado, Koti e os Penitentes. Dono de um dos trabalhos mais elogiados na recente produção curitibana, Koti (também conhecido como O Lendário Chucrobillyman) recebe Maestro Alexandre, Juliano Cocktail, André e Marcus Gusso para soltar seus lamentos em todo um universo criado para embalar suas composições. Trilha sonora de filme do Tarantino (ele só precisa saber disso). Mendigos, marinheiros, mares, trens, espiões, sereias, bandoleiros… personagens encontrados no disco “Caído na Sarjeta” (2008), que acabou entrando em algumas listas de melhores da década.


Serviço:
Show: Lattape e Koti e os Penitentes
Data: 15/01 e 16/01
Horário: 20h
Local: TUC
Endereço: Galeria Julio Moreira – Largo da ordem
Tel. 3321-3312
Entrada franca

Diogo Dreyer
Diogo Dreyer (diogo.dreyer @ gmail.com)
Curitiba: 4o Encontro FNAC de Música Eletrônica
21.09.09 14:15Deixe seu comentário

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Com a curadoria da Christ DJ Academy, o 4o Encontro Fnac de Música Eletrônica promove semana cuja temática é a música eletrônica nos seu mais diversos aspectos. 

 

Com intenção de debater desde a volta do vinil como mídia para discotecagem (palestra de Christian Sperandio, segunda 21/09)) a como manter um selo de música, haverá ainda palestra dos organizadores do Bazar Lúdica (Débora Mello e Felipe Pedroso) falando de moda ligada ao tema principal (sexta, 25/09).

 

Outros destaques são a palestra com Thomas Chiaverini, autor do livro Festa Infinita - O Entorpecente Mundo das Raves (quinta, 24/09) e o debate "Cenário Eletrônico Curitibano" com os representantes dos principais clubs da noite de Curitiba (quarta, 23/09).

 

As informações completas com programação e horários você encontra aqui.

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
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Entrevista - Rodrigo Amarante
03.02.09 15:107 comentários

Rodrigo Amarante certamente não é o músico mais importante da sua geração, mas alguma coisa nesse carioca de 32 anos garante que toda a banda em que se meta vá para frente. Tanto que apenas 18 meses após a pausa dada ao Los Hermanos, colhe o sucesso inesperado de seu "projeto paralelo", o Little Joy.

 

A nova banda - que acaba de lançar um disco homônimo - é fruto de uma experiência de Amarante com o baterista do Strokes, Fabrizio Moretti, e com a norte-americana Binki Shapiro. "A gente não se reuniu imaginando ou projetando nada. Foi exatamente o contrário. A gente só queria fazer música pelo prazer de fazer música com qualidade e pela oportunidade de trabalhar com pessoas com idéias parecidas", esclarece Rodrigo em uma rápida entrevista por telefone durante uma passagem de som para o show em Belo Horizonte no último dia 30.

 

O Little Joy começou a ser concebido após um encontro entre os dois brasileiros em um festival em Portugal em 2006, mas só foi possível depois do stand by dado ao Los Hermanos, em 2007, quando Amarante se mudou de mala e cuia para Los Angeles, e os três começaram a fazer música "entre amigos".

 

Mas apesar da despretensão do Little Joy, o sucesso do projeto entusiasmou os participantes de tal maneira que eles já fazem planos de continuidade para depois da parada que a banda será obrigada a fazer para que Moretti participe da gravação e divulgação do novo disco do Strokes, o que deve acontecer em março. "Os três querem dar continuidade, já que a receptividade do disco e a turnê estão sendo tão legais", diz.

 

Não é a primeira vez que Amarante se surpreende com um projeto paralelo. Em 2002, no auge do sucesso do Los Hermanos, ele participou da big band Orquestra Imperial, que também experimentou um sucesso acima das expectativas dos participantes.

 

Sobre os dois shows do Los Hermanos no festival Just a Fest, juntamente com o Radiohead, em março, Amarante entristece os fanáticos fãs da banda garantindo se tratar apenas de duas apresentações. "Não temos planos de voltar ainda."

 

Leia trechos da entrevista:

 

Como você vê a repercussão do Little Joy, uma banda que teoricamente seria um projeto paralelo seu e do Fab Moretti?

Acho maravilhoso. Tudo o que está acontecendo com o Little Joy foi surpreendente. Estamos muito felizes. Não imaginava que a banda pudesse ficar tão falada e requisitada.

Fale um pouco do começo da banda. Quando vocês se reuniram, o que tinham em mente?

A gente não se reuniu imaginando ou projetando nada. Foi exatamente o contrário. A gente só queria fazer música pelo prazer de fazer música com qualidade e pela oportunidade de trabalhar com pessoas com idéias parecidas. A gente não faz música pensando qual o sucesso que vai fazer ou qual a repercussão que vai ter. Isso acontece naturalmente mais para frente. É um "esperar para ver", não dá para perder tempo projetando. A gente está super feliz de fazer esse disco e realizar essa turnê. O que vem além disso é bônus.

 

Como aconteceu o processo de composição das músicas e das letras? Certamente você fez as letras em português...

Não fiquei cerceado à essa parte, não. Fizemos o trabalho todo em conjunto, de composição e de arranjo. A maior parte das letras foi feita pela Fabrizio, mas fiz letras inteiras em inglês, como How to hang a Warhol.

 

O Los Hermanos faz um show no Just a Fest, juntamente com o Radiohead em março. Isso significa uma volta da banda ou é apenas ou show?

É só um show... Não temos planos de voltar ainda. Continua o stand by por tempo indefinido.

 

E o Little Joy? Vocês já fazem planos para uma nova reunião ou estão apenas pensando na turnê...

Estamos fazendo planos para continuar. Os três querem dar continuidade, já que a receptividade do disco e a turnê estão sendo tão legais. Mas não sabemos exatamente como vai ser. O Fabrizio volta ao estúdio logo depois da turnê para fazer o novo disco do Strokes, daí ele terá divulgação, turnê e tudo aquilo. E eu tenho o Los Hermanos. Mas queremos continuar por mais que nossas agendas estejam concorridas.

 

O nome da banda é uma homenagem a um bar que os três frequentavam, é isso?

É um bar na esquina perto de onde nós três morávamos em Los Angeles, na Portia Street. Nós tínhamos montado um estúdio em casa, e por causa disso, passamos a frequentar muito o bar. Porque quando você faz da casa o trabalho, quando se quer relaxar, precisa ir a outro lugar. Resolvemos que seria uma homenagem justa.

 

Diogo Dreyer
Diogo Dreyer (diogo.dreyer @ gmail.com)
Workshops, debates e Música Eletrônica
19.01.09 17:001 comentário

Este foi o 4o ano em que a Oficina de Música de Curitiba - evento que ocupa todo mês de Janeiro há 27 anos em na capital paranaense - recebeu durante uma semana palestrantes que tratam exclusivamente do gênero da Música Eletrônica.

 

Com apoio da AIMEC (escola para DJs local) e coordenação de Ilan Kriger, curadoria e direção musical de James Jamute, este ano a oficina recebeu uma média de 30 alunos que durante 5 dias assistiram a palestras onde se expôs e debateu os processos que regem a discotecagem e a produção da música feita para dançar nas pistas.

 

Além deste que vos escreve, também participaram Rafael Araújo, Mateus B, Claudinho Brasil e Alonso Figueroa nas aulas da manhã da Oficina. Alí tratamos de como funciona os fundamentos da mixagem e equipamentos para DJs até todos os processos de como construir uma música no programa Ableton Live.

 

No período das tardes tivemos palestras com o produtor Dada Attack, Embolex VJs e o produtor Dudu Marote (FOTO). Falou-se muito de circuit bending e como construir seus próprios equipamentos e extrair sons deles (Dada Attack), manipulação de imagens e edição com música (Embolex) e sotwares de produção e edição, além de debatermos os caminhos e descaminhos da música em geral (Dudu Marote).

 

No vídeo abaixo vemos um trecho da demonstração do Dada Attack construindo música com um videogame Atari 3600 dos anos 1980:

 

Raul Aguilera
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Blogs e seus top 10
23.12.08 00:542 comentários

Toda vez que se aproxima o início das férias de verão e o prenúncio que o ano está acabando, vem aquela enxurrada de listas que a gente adora. E passa horas olhando pras dicas dos novos nomes quentes no cenário musical tão sujeito a mudanças e reviravoltas.

 

E antes que saiam os resultados das votações online que estão rolando e que vão rolar (a do Rraurl a "diretoria" tá anunciando pra breve) a gente não resistiu e pediu uma listinha com as 10 músicas que marcaram 2008 em alguns blogs amigos que estão ou ligados à música ou à moda, ou a ambos.

 

Note bem que as listas abaixo são subjetivas e refletem a cara dos blogs e sites consultados. E quaisquer músicas e/ou artistas semelhantes tem sido mera coincidência...

 

 

Blog antenado na novíssima música à procura de sons, bandas e produtores para depois de amanhã.

 

 

Proxy - Raven

MSTRKRFT - Bounce

Ratatat - Mirando

Mr Oizo - Positif

Kid Sister - Pro Nails

The Toxic Avenger - Bad Girls Need Love Too

A-trak ft Lupe Fiasco - Mastered

The Bloody Beetroots - Rombo

Kid Kudi - Day N' Nite (Crookers Remix)

Les Petits Pilous - Wake Up

 

Blog do clã da festa Vai! e da loja B.Luxo.

 

 

Feist - I Fell It All

MGMT Electric Feel

Uffie - Hot Chick

YYYEAHS- Cheated Hearts (remix Peaches)

Charlotte Gainsbourg - 5:55

Crhomeo - Needy Girl

Cindy Lauper - Into The Nightlife

Kylie Minogue - two hearts

Britney Spears - Womanizer

The Ting Tings - Shut Up and Let me Go

 

Blog ligado em música, moda, design e modernidades.

 

Mgmt - Kids

Hercules & Love Affair - Blind

Ladyhawke - Paris Is Burning

Hot Chip - Ready For The Floor

Feist - I Feel It All

Keane - Everybody Is Changing

The Teenager - Homecoming

Amy Winehouse - Me And Mr Jones

Mika - Everybody Is Gonna Love Today

Beck - Gamma Ray

 

 

 

Site com visual caprichado, ligado a moda, música e festas.

 

 

Database Feat Bonde do Rolê - Miami

Natalie Portman's Shaved Head - Me + Yr Daughter

CSS - Move

The Last Shadow Puppets - Standing Next To Me

The Ting Tings - Thats Not My Name

Ladyhawke - Magic

The Kills - Cheap And Cheerful

Madonna Feat. Pharrell - Give It 2 Me

Britney Spears - Womanizer

Santogold - You'll Find A Way

 

 

Blog musical escrito em inglês por duas trendsetters brasileiras

 

Shortwave Set - Now til 69 (Aeroplane mix)

Osundale - My Reflection

Afefe Iku - Mirror Dance

Funkerman - Speed Up

Larry Heard aka Mr. Fingers - The sun can't compare

Rufus Wainwright - Cigarettes and Chocolate Milk

Divine Comedy - Something for the Weekend

Hercules and Love Affair - Blind

Carl Craig Sessions (*DJ mix)

Secretsundaze presents Tobi Neumann (*DJ mix)

 

 

 

Raul Aguilera
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www.twitter.com/raulaguilera