Janeiro: época de sol, mar e água fresca. NÃO!
Para a Fuck The Beach é época de festa, jogação e fervo na pista. Por isso, o maior after da cidade está de volta para a salvação dos non stops de plantão.
A festa já conhecida dos notívagos será no Studio Line, em Botafogo, no domingo (30 de janeiro), a partir de 1 da manhã e só termina 1 da manhã de segunda! É sso mesmo, 24 horas de música!
Assumem as picapes nesta edição, 26 DJs entre eles: Nepal, Freakslum, Marcelo K2 (SP), Bruno Correia, Leo Janeiro, Saddam, Nedu Lopes (MG), Flow e Zeo, entre muitos outros.
Então, se prepara para as 24 horas mais divertidas de janeiro e esqueça a praia, areia, suor e bolas de frescobol na cabeça. Porque o choque de ordem é em Botafogo no nosso dance floor. Se o bonde não para, na maratona da Fuck The Beach, ninguém descansa.
LINE-UP:
1H FILIPE TORRES
2H NEPAL
3H RODRIGO CORREIA
4H FREAKSLUM
5H MATERA
6H BRENO UNG
7H NITROSOUND
8H MARCELO K2 (SP)
9H BRUNO CORREIA
10H JAY B
11H LYPO
12H SONO
13H CARLA MULTEDO
14H BETO PEDROSA
15H RODRIGO 2U
16H MARCELO ABREU
17H MIKE FRUGALETTI
18H SADDAM (special set)
19H JOYCE MUNIZ (AUSTRIA)
20H JOLLAN (SP)
21H LEO JANEIRO
22H NEDU LOPES (MG)
23H BRUNNO MELLO
00H FLOW & ZEO
Serviço:
Festa: Fuck the Beach
Dia: 30 de janeiro de 2011 (domingo)
Local: Studio Line (Rua Álvaro Ramos, 414 – Botafogo)
Horário: 1h00
Preços: 1º lote especial: R$20
2º lote especial: R$30
Antecipado: R$35
Lista Amiga e Flyer: R$40
Normal: R$50
Classificação: 18 anos
Lista amiga: ftbparty@gmail.com
O Chemical Music Festival apresenta no dia 25 de setembro uma nova direção artística e um novo line-up. A inovação, vanguarda e mistura são as palavras-chaves do artístico deste ano. Mais do que uma mudança ou uma ruptura na conceituação artística, a sexta edição do festival procurou apontar uma transição, reflexo da cena que está em constante evolução.
Plural, urbano e cosmopolita como os grandes festivais, o time de artistas foi selecionados a partir de uma pesquisa realizada no final de 2009, o acompanhamento das redes sociais e também através de apresentações conferidas ao vivo em festivais e clubs do Brasil e mundo.
Produtores internacionais e prestigiados como o alemão Stephan Bodzin e os canadenses Azari & III, projetos audiovisuais como os do inglês DJ Yoda e do francês Joachim Garraud, apresentações performáticas como as do uruguaio e man-machine Gustavo Bravetti unem-se à house music norte-americana de Kaskade e Claude VonStroke e ao progressive de Riktam vs Bansi e Under Construction.
Do pop ao hip hop, do rock ao electro, do global guetto tech ao funk, pela primeira vez o CMF abre seu leque musical para a “música de pista”, reunindo num mesmo espaço – Mixmag New Trends – algumas das melhores festas do Rio como Clap, I Love Pop, Dancing Cheetah, Ice Cream, 7DayWeekend, Buati e Luv. E ainda: uma pista dedicada aos talentos da cena carioca, incluindo os vencedores do concurso DJ Revelação, se apresentam no CMF Rio Clubstage.
Performances da Privilège, VJs consagrados do crew VideoAtaq, projeções inéditas em videomapping assinadas pelos artistas audiovisuais do coletivo Moleculagem, e ainda a mistura química dos sons e artistas mais prestigiados do Brasil e do Mundo. Misturem tudo que for positivo. Misturem-se!
HISTÓRIA DO FESTIVAL
NASCE “A MAIOR CELEBRAÇÃO DE TODAS
AS TRIBOS DA MÚSICA ELETRÔNICA”.
Uma “rave diferente”, que no 1º ano apresentava um formato democrático e inovador: dois palcos (Skol Beats Stage e Smartbiz Stage) e uma tenda indoor, patrocinada pela Puma e dedicada aos novos DJs da cena carioca. Foi a 1a festa open air de música eletrônica no Riocentro. E um experimento de mistura que deu certo.
A CIDADE DO ROCK SE TRANSFORMA EM UMA VERDADEIRA CIDADE ELETRÔNICA, E CURITIBA RECEBE SUA EDIÇÃO ESPECIAL.
Com uma edição em Curitiba, a presença da exposição multimídia Geração Eletrônica e a apresentação de atrações inéditas como o TOP DJ inglês Dave Clarke, a produção carioca do festival abriu os portões da Cidade do Rock que sediou pela 1ª vez um festival de música eletrônica. Sucesso absoluto.
UM NOVO FESTIVAL CONQUISTA O BRASIL: RIO DE JANEIRO, BELO HORIZONTE E CURITIBA NO MESMO BPM.
Com edições realizadas no Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, atrações internacionais de peso (Steve Angello, Ellen Allien, King Rock e Gui Boratto), curadoria de VJs do coletivo Multiplicidade e uma pista dedicada ao “novo rock eletrônico”, o festival se consolida como um dos maiores eventos independentes do Brasil.
O ANO QUE NÃO TERMINOU CONTINUA AQUI.
O jornalista Zuenir Ventura escreve uma aclamada versão atualizada de um dos clássicos da literatura Brasileira, 1968 – O Ano que Não Terminou, e dedica um capítulo inteiro ao seu encontro com o universo das festas de música eletrônica. Adivinhe qual foi o festival que o inspirou? Chemical Music Festival se torna imortal na obra do escritor ao mesmo tempo em que sedia as gravações do longa-metragem “A Mulher Invisível”, com Selton Mello, Vladmir Brichta e Luana Piovanni se misturando na pista.
UMA CELEBRAÇÃO DE 5 ANOS EM GRANDE ESTILO!
Um line-up digno de qualquer grande festival Europeu, reunindo mais de 30 atrações em cinco pistas. Uma campanha inovadora e conceitual, apresentando um Rio de Janeiro high-tech e futurista, presente no catálogo de webdesign da editora alemã especializada em livros de arte Pepin Press.
O primeiro festival brasileiro de dance music com projeções e óculos 3D, antecipando uma febre que conquistaria o mundo no ano seguinte. O resultado: recorde de público e elogios.
UMA NOVA DÉCADA, UM NOVO FESTIVAL!
O fim de uma década, o início de um novo festival, seis anos de música e tribos em evolução. O evento se muda para a Zona Sul, em frente a um dos mais belos cartões postais da cidade. Começando pela tarde, com direito a por do sol com o Pão de Açúcar como pano de fundo. O evento ingressa definitivamente no calendário dos grandes festivais nacionais.
LINE UP
16H00 RICARDO ESTRELLA
18H00 WRECKED MACHINES LIVE
19H00 UNDERCONSTRUCION LIVE [POR]
20H00 RIKTAN X BANSI - GMS PROGRESSIVE [HOL]
21H00 JOACHIM GARRAUD - INVASION SHOW
22H30 GUSTAVO BRAVETTI ALTERNATIVE CONTROLLERS LIVE [URU]
23H30 FUZION
00H30 STEPHAN BODZIN [ALE]
02H15 ABERTURA DJ YODA + PROJEÇÕES MOLECULAGEM MAPPING AV LIVE
02H30 DJ YODA AV SHOW
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PROJEÇÕES MOLECULAGEM
16H00 BERNARDO CAMPOS & PEDRO MEZZONATO
17H30 DRI.K & PAULA PEDROZA
19H00 KASKADE [EUA]
21H00 ASK2QUIT AV SHOW
22H30 CLAUDE VON STROKE [EUA]
00H30 RAFAEL CALVENTE & DRI TOSCANO - DUO DJS
02H00 ANDRE GARÇA & MISS KLAUSS
03H00 JOÃO NETO [THE WEEK - SP]
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PERFORMANCES BY PRIVILÈGE
16H00 CLAP [AJAX]
18H00 ICE CREAM | 7 DAYS WEEKEND
19H30 I LOVE POP [GEMA CREW]
21H00 AZARI & III [CAN]
23H00 BUATI [GUSTAVO TATÁ & NEPAL]
00H30 DANCING CHEETTAH [CHICO DUB, PEDRO SEILER & BRENO PINESCHI]
02H00 LUV SHOWCASE FEAT SANY PITBULL
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PROJEÇÕES JODELE LARCHER
16H00 ALAN PINHEIRO
17H00 NICOLA REGATTIERI – VENCEDOR DJ REVELAÇÃO
18H00 BOOMBASS FEAT. ABREU & BARCELLOS
19H00 MAURICIO LAGE – LIVE [REQUEST]
20H00 LARA BRITTES – VENCEDORA DJ REVELAÇÃO
21H00 ANDRE ARAUJO [REQUEST]
22H00 SOTER BARONI [REQUEST]
23H00 DOPPELDOSEN – VENCEDOR DJ REVELAÇÃO
00H00 M.U.M. MIAMI UNDERGROUND MOVEMENT [ROD B & RAFAEL ABIRAMIA]
01H00 BETO GIOVANETTI
02H00 FLUTUANCE [TROPICAL BEATS]
03H00 BRUNNO MELLO [TROPICAL BEATS]
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PISTA
Acesso a todas as pistas do festival e área comum como banheiros, bares e praça de alimentação.
PISTA R$50 ESGOTADO
PISTA R$60
[com entrada ao evento até as 18h]
PISTA R$70 ESGOTADO
PISTA R$80
[com entrada ao evento em qualquer horário]
VIP STAGE
[com entrada ao evento em qualquer horário]
Espaço com serviços especializados, além de entrada e banheiros exclusivos. O local ideal para você aproveitar ao máximo todas as novidades que o Chemical Music Festival traz este ano.
VIP FEMININO R$90 ESGOTADO
VIP FEMININO R$100
VIP MASCULINO R$110 ESGOTADO
VIP MASCULINO R$140
** Esgotado um lote, inicia-se automaticamente a venda do seguinte com o novo preço, independente da data previamente estabelecida. Nos pontos de venda credenciados, somente em dinheiro. Vendas online pagamento via cartão de crédito ou boleto. Não nos responsabilizamos por ingressos comprados fora dos pontos credenciados. Evite prejuízos, não compre ingressos falsos de cambistas. Preço sujeito à alteração. Valores promocionais válidos com apresentação do flyer, para estudantes e idosos de acordo com as leis 4161/03 e 10741/03.
Valor não promocional: 1º lote R$ 100,00 e R$ 140,00.
Valor não promocional vipstage: 1º lote Feminino R$ 180,00 / Masculino R$
220,00.
ONLINE
PONTOS DE VENDA
Rio de Janeiro e Grande Rio
Chilli Beans
Barra Shopping
Loja - Barra da Tijuca
Riosul
Loja - Botafogo
Ipanema 2000
Loja - Ipanema
Shopping Tijuca
Quiosque - Tijuca
Ilha Plaza
Quiosque - Ilha
Centro
Rua 7 de Setembro 43 loja C - Centro
Niterói - Plaza Shopping
Quiosque - Centro
Posto Petrobrás [BR]
Posto BR Piraquê
Loja - Lagoa
Mutatis
Norte Shopping
Loja - Cachambi
Nova América
Loja - Del Castilho
Carioca Shopping
Loja - Vicente de Carvalho
Estado do Rio de Janeiro
[todos os ingressos comprados fora da região metropolitana do Rio de Janeiro terão um acréscimo de R$ 5,00 de serviço de conveniência.]
Chilli Beans
Búzios
Loja - Rua das Pedras
Petrópolis
Loja - Rua 16 de março
Outros Estados
[todos os ingressos comprados fora da região metropolitana do Rio de Janeiro terão um acréscimo de R$ 5,00 de serviço de conveniência.]
Chilli Beans
Juiz de Fora
Shopping Independência
Sorveteria Dvic'ss
Curitiba
Shopping Estação - Avenida 7 de Setembro, 2775 - Rebouças
Gol Trip Sul
Porto Alegre
Rua General Auto - 271 - Sl.201 - Centro
A Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente conhecida como Ponte Rio-Niterói, localiza-se na baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro, e liga o município do Rio de Janeiro ao município de Niterói. Acontece que em muitos aspectos essas duas cidades continuam bem distantes.
Com o intuito de tentar mixar essa galera, os amigos do Boombass Crew e do Molotov21 se uniram para fazer uma noite que seja ao mesmo tempo conceitual e divertida, criando uma cena bacana, que esteja interessada no que está rolando de mais interesante na música eletrônica, e mais interação entre a galera de Niterói (Nikiti para os íntimos) e Rio. Afinal, não estamos tão distantes um do outro, né?
BRIDGE promete fazer uma conexão entre o que vivenciamos e onde podemos chegar ligando música eletrônica e gente bonita, conforto e diversão. É um conceito que vai unir os melhores representantes da cena eletrônica do Rio de Janeiro e Niterói e novos talentos do nosso mercado.
A festa começa às 21hs com o DJ Mario Bros tocando sua coleção de downtempo. Em seguida, entram os novos talentos de Niterói, Gabriel Torres e Pedro Kurdian, que só saírão da cabine quando forem substituídos por Felippe Barcellos e Marcelo Abreu. Completam a festa os cariocas Pedro Mezzonato e Bernardo Campos. O VJ Guilherme Rocha ficará encarregado pelas imagens
Ouça aqui o set da dupla Marcelo Abreu e Felippe Barcellos:
Boombass - From Musik Box 2 Discoland by boombass_brazil
Set Promo do DJ Bernardo Campos:
Bernardo Campos @ Bridge Promo by Molotov21
Set Promo do DJ Pedro Kurdian:
Pedro Kurdian @ BRIDGE Aug-2010 by pedrokurdian
A boate Line Up Lounge fica na rua Mariz e Barros, 237, em Icaraí, Niterói-RJ
Veja fotos do club:
Recapitulando: a festinha será no próximo sábado, dia 21 de agosto, à partir das 21hs.
O som ficará por conta dos DJs Bernardo Campos, Marcelo Abreu, Mario Bros, Gabriel Torres, Felippe Barcellos, Pedro Mezzonato e Pedro Kurdian e as imagens serão feitas pelo VJ Guilherme Rocha.
Pra entrar:
R$ 40 Homem
R$ 20 Mulher
... Ou mande seu nome para a lista amiga e entre na mamata:
R$ 20 Homem
R$ 10 Mulher
E-mail para lista: bridge@boombass.com.br
Por Ricardo Estrella
Estava conversando essa semana com meu amigo @mdentinho, do projeto @doppeldosen, e ele me mostrou esta ferramenta, que achei excelente. Trata-se de um aplicativo para que você possa acessar o beatport de qualquer lugar, sem a necessidade de estar logado no site.
Ele conta com uns features bem bacanas, como por exemplo a checagem de todos os novos releases. Ele faz o cruzamento de informações sobre os artistas e gravadoras mais comprados por você, tornando a sua pesquisa mais objetiva, direcionada e otimizada.
Sem contar que ele vem com um plataforma (amada por muitos, e odiada por outros tantos) do Itunes, o que torna ainda mais facil sua navegação.
Mas infelizmente como nada que é bom é free, você pode entrar, conferir, e comprar no site do desenvolvedores : http://www.cancelmonday.com/
Existe uma versão gratuita, mas com muita limitações, como por exemplo só poder ser feita a compra de uma track por vez.
Rafael RM2 completou 15 anos de profissão em 2010. Um feito e tanto num mercado em que muitos desistem no meio do caminho ou levam a coisa apenas como um hobby.
Na entrevista abaixo, RM2 nos conta um pouco de sua história. Do Garage House, passando pelo "Jamantismo", até os dias de hoje com o Indie Dance.
- Você se lembra a primeira vez que escutou música eletrônica?
No movimento New Wave, em meio a década de 80. Lembro da banda Sigue Sigue Sputnik, “Love Missile”, e um remix enorme de “Walk Like an Egyptian”, do grupo Bangles. Também o álbum ‘Substance’, do New Order. Essas músicas naquele tempo não eram classificadas como “eletrônico” e eram tocadas em hi-fi’s (festas de playground), meio a explosão do rock nacional que acontecia por aqui. Não tinha idade suficiente para ir a clubes noturnos dançar.
- E a primeira gig?
Costumei dizer que comecei a tocar em 95’, no 1º after-hours do Rio, na Underbang, com DJ Ricardo NS. Ficava em Botafogo, mais próximo ao Humaitá, no antigo consulado da China. Mas na verdade fiz equipe de som e comprava discos por volta de 89, com 13 anos e fazia as festas do condomínio onde morava com um soundsystem 3x1, um mixer Tarkus Ap-2, mais uma pick-up D-20, da Gradiente, e uma caixa amplificada. E luzes com pastilhas (para piscar). Tocava continuamente por 5 ou 6 horas, montava e desmontava tudo sozinho, fora uns 100 discos que levava. Chegava em casa exausto.
- Recentemente ouvi um set seu de Garage House, você se apresentava em festas do estilo?
Nesse período eu não tocava tanto. Havia me mudado da zona norte do Rio para a zona sul e estava começando a ver pessoas e clubes que faziam a noite acontecer por aqui. Mas ainda assim comprava discos do estilo. Minha maior referência ao Garage foi através dos programas de rádio do DJ Marcelo “Memê” Mansur: Festa da Cidade e RPC Megamix. O próprio Memê as vezes me convidava a ir ao estúdio da rádio para assistir o programa ao vivo. Bom que nos programas informava-se bastante sobre os produtores de Garage House. Não posso deixar de lembrar também do DJ Felipe Venâncio, nas festas “Elevation” e “Até que enfim é sexta-feira”, no clube Dr. Smith. Foi onde tive meu primeiro contato com o que chamamos de música underground.
- E a fase do "Jamantismo"? Comente um pouco sobre essa fase marcante no Rio de Janeiro
(Risos) Era o termo que usávamos para definir um house desengonçado, mas cheio de groove. Não era o Garage, e sim o Funky House e Deep house, vindos da Europa, Chicago e São Francisco (USA). Ouve um movimento bacana no Brasil e, principalmente, no Rio de Janeiro. Ficamos conhecidos por ter uma ‘cena’ de Chicago House. Não era grande, mas tocávamos bastante em outras cidades brasileiras. Surgiu o projeto “Jamanta”, de Dudu Marote e Rafael ‘Droors’, que tiveram músicas lançadas pelo selo do DJ Derrick Carter: “Classic “. Foi uma boa fase carioca. Sentíamos que as pessoas queriam sair para ouvir a música.
DJ RM2 - Jamantismo 3 pickups.
- E hoje em dia, qual o estilo de som que não sai da sua case?
O House. Este é o estilo eletrônico mais democrático que existe. É o que recebe mais influências exteriores (não necessariamente do eletrônico) e assim fica dificil estagnar.
Hoje em dia está agregado ao rock e ao pop sem soar 'baba'. E por sua facilidade de acompanhar o rítimo, o House ainda é procurado por públicos variados nas pistas de dança.
- Quais seus produtores favoritos?
Atuais: Mickey Moonlight, Greenskeepers, Honey Clawns, Claude Vonstroke, Tomboy, Siriusmo, Matias Aguayo, Abe Duque, Azari & III, Joakim, Horse Meat Disco, Who made Who, Solomun, Pollyester, Captain Comatose, Lo-Fi-FnK…
Antigos: Frankie Knuckles, Masters at Work, Larry Levan, Todd Terry, Jellybean, Joey Negro, Silk Hurley, Shep Pettibone, I:Cube, Morgan Geist, Derrick Carter, Luke Solomon, Orbital, Chemical Brothers, DJ Hell, Ian Pooley, Moodyman, GusGus, Green Velvet, Giorgio Moroder, Greg Wilson e muitos outros…
- Como você ve as mudanças na cena nesses 15 anos de profissão?
Muita coisa mudou mesmo. Acho que no Rio o público de eletrônico tornou-se mais jovem, enquanto nos anos 80 e início de 90 você via o grupo dos mais experientes sempre freqüentando e fazendo acontecer. Em São Paulo isso ainda continua. Este é o segredo da noite paulistana funcionar tão bem. Pessoas que trabalham na noite levam o profissionalismo mais a sério, pela experiência, e até por conta da concorrência também. Acho que só vamos fortificar a cena do Rio no momento em que todos os interessados trabalharem juntos. Tanto os produtores e remixers, para se fazer uma cena musical consistente; quanto os donos de clubes e promoters exigindo as condições necessárias para se trabalhar; e o público, pagando a entrada (lista amiga? Grande invenção!) e dando atenção ao line-up da festa que vai, com bons DJs. Sempre caímos na conversa de cidade praiana não ser a cidade onde a noite acontece. Mas podíamos ter noites proporcionalmente menores, porém boas, se todos os que citei cooperassem.
- Pra finalizar fale um pouco dos seus projetos presentes e futuros
Recentemente fiz minha retrospectiva destes 15 anos como Dj, chamada “RM2 – 12 HORAS”. Está hospedado no site http://soundcloud.com/rafaelrm2 . São 10 podcasts com várias fases de discotecagem, incluindo o “Garage House” que foi citado na entrevista. O mais recente é o “Indie Dance”, onde toco essa fusão de Rock/Pop com House Music. Hoje em dia chamada de Indie Dance (Indie = alternativo).
Valeu a entrevista! Esta iniciativa ajuda o público a se informar e ficar mais interessado ao que eles participam.
Rafael RM2 toca na festa Bordel, essa quinta, no La Cueva e sábado na festa PIMP no Pista 3.
Vida de argentino no Brasil em plena Copa do Mundo não deve ser nada fácil, mas Manuel Sahagún parece não pensar dessa forma. Empolgado com sua turnê no Brasil e com a seleção de Maradona na Copa, o hermano pretende ver a Argentina campeã em solo brasileiro e - até lá - passear seu house que varia do deep ao jackin cheio de influências disco.
Mas nós que, como todo brasileiro, achamos graça dessa esperança porteña de que o Messi iria arrumar alguma coisa na frente do capitão Lúcio, não perdemos a oportunidade da piada e fizemos o 'vídeo cachorro' Dancing Maradona, botando Dom Diego pra dançar ao som de Sahagún
Piadas à parte, Sahagún mostra pra gente nesse MixSet especial pra festa Levada (que rola no Rio dia 12, num estúdio de fotografia), um pouco de seu lado Disco, que pra mim era uma incógntia já que as melhores produções do cara são mais deep ou com groove bem jackin. Ele diz que 'começa os sets com disco pra esquentar, passeia pelo deep pra embalar e termina no funky pra não deixar ninguém parado'.
Agora é ouvir e tirar as conclusões.
Manuel Sahagun - Levada Mix - 2010
01 – Bean Dean – Standard Model
02 – Ilija Rudman – Call Me Tonight (The Revenge Remix)
03 – Giano – Stellain The Starlight (Sleazy McQueen Remix)
04 – Kruse & Nurenberg – Drenched (Kris Wadsworth Mix)
05 – Santiago Salazar – Your Club Went Hollywood (Aaron Carl Remix)
06 – Sona – Lost Causes (Club Mix)
07 – Jazzy Eyewear – 8 Bit Fantasy (Dave Barker Remix)
08 – Tres Gueros – Instead You Go (Neighbour Remix)
09 – Little Man Big – History Is Watching
10 – Toomy Disco – Constellation Eridanus
11 – Manuel Sahagun – Disco 20
12 – Kamo – Roadblocks (Toka Project Remix)
O produtor Deadmau5 quer que o novo clipe da faixa "Some Chords", lançada dia 3 de maio no Beatport, seja produzido por um anônimo, de preferência um fã. Se você tem algum conhecimento de cinema, animação, faz filmes de curtição ou simplesmente é fã do cara, é bom aproveitar a chance única de participar de uma brincadeira dessas! Imagina só, produzir o videoclipe do Deadmau5!? Foda!
O processo é bem simples: basta se cadastrar no site wooshii.com, enviar suas idéias até o dia 24 de maio, e rezar para ter sorte! As 5 ou 10 melhores idéias serão escolhidas pelo próprio Deadmau5 e a melhor delas será eleita por meio de votação entre os fãs do rato canadense. Segundo o próprio site Wooshi, o critério usado por Deadmau5 será o número de participantes e a qualidade dos filmes. O vencedor será convidado para transformar sua ideia no vídeo oficial da música e ainda leva um prêmio de U$ 1.200,00. Mamata, hein?
Para mais informações acesse o site wooshii.com




















