Tá, eu gosto mesmo de Gossip Girl. E tô vendo também o Barrados no Baile novo, que é um lixo, mas é engraçado ver como os caras tão se virando.
Agora, quando erram, pelamordedeus!
No episódio dessa semana dos riquinhos de NY, a lindona Serena resolve sair com o ex e a atual dele pra ser cool e tal. Vão pra um bar, ela pira e começa a beber e "flertar" com uns caras.
Daí fudeu tudo. A atuação da mina é tão ruim, mas tão ruim que eu fiz questão de ripar a cena, colocar no youtube e colocar aqui pra todo mundo ver. Um primor de má direção e má interpretação!
A primeira é TRUE BLOOD, do criador de "Six Feet Under", agora falando de vampiros que vivem pacificamente no meio de nós, meros mortais, por causa desse "true blood" um sangue sintético inventado por japoneses e assim não precisam mais "matar" ninguém. A série se passa no sul dos EUA, em uma cidadezinha minúscula onde os white trash são a maioria. Anna Paquim, a prottagonista que veio direto dos X-Men, é uma garçonete linda e gostosa e virgem e que ouve os pensamentos das pessoas, é a estranha do lugar, e logo se interessa por um vampiro que aparece por lá, antes de mais nada porque não consegue ouvir os pensamentos do morto vivo, e depois, tem sonhos eróticos com ele. Salva o cara, apanha por ele e se joga. Já no segundo episódio a série promete.
Outra série é "FRINGE", do J.J. Abrams, criador do LOST e doido de plantão. A série é uma mistura de Arquivo X com mais um monte de referências boas e gira em torno de uns policiais do serviçø secreto que usam métodos não muito ortodoxos pra desvendarem uns crimes bizaroos, métodos esses, por exemplo, como tomar uma dose enorme de LSD e entrar num tanque de água por horas e entrar em contato com um homem em coma através da mente dele e descobrir o que aconteceu com ele. É, meio enrolado, mas é bacana. O cara é famoso por enrolar, a ilha perdida de LOST que nos diga!
E o terceiro e talvez a maior surpresa que tive, por não ter tanta referência antes, é "SONS OF ANARCHY". Não ia assistir em princípio, seriado sobre gangue de motoqueiros da California, hmmm. Mas o roteiro é genial, história bem boa, muita porradaria, drogas, nenê nascendo prematuro de mãe viciada em hero'ˆna filho do personagem principal da série, promete. E o elenco é o melhor de todos, tem o Hellboy e a mãe do Married With Children. Eu achei, na minha viagem, que a série é um Hamlet, preciso de mais uns episódios pra ver se é ou não, porque tem o pai morto com idéias boas, o filho atormentado, a mãe casada de novo com o novo presidente da gangue e por aí vai. A trilha é bem boa, stoner rock de primeira, pra mim a melhor das 3, apesar dos vampiroas ali de cima que são sempre minha predileção.
Ah, e só pra terminar, ontem foi o episódio final de WEEDS e só digo: comofas???????
Um pouco de tv pra começar. Na verdade, tv no cinema de novo.
Parece que com o sucesso de Sex And The City na telona, o povo de Friends ficou animado e já começa a preparar um roteiro pra possível versão cinematográfica do seriado mais bacana de todos, fora alguns outros, claro. Eu aposto super!
Falando em seriados, assisti o pre-air de 2 seriados novos, os pilotos, bem bons:
_Leverage é com o Timothy Hutton, o que já é bom, sobre um cara que trabalhava com seguradora e agora junta um time de ladrões pra... assaltos geniais. Divertido, bem humorado, lembra Missão Impossível de absurdo, mas é bacana.
_Pretty/Handsome é fodona demais. Um médico mega rico/playba numa cidadezinha americana ultra conservadora adora usar calcinha e vai descobrindo que é cross-dresser. No piloto a gente vê sua família toda estranha, adolescente dando a luz na sala da mansão, pedófilos, sexo no escritório, e um casal de trans que chegam na cidade para serem tratados pelo ginecologista. Pesada, dramática e bem bem bem roteirizada. Ah, o médico é o Joseph Fiennes, soberbo e sua mulher a deusa Carrie-Anne Moss. E o povo que escreve/dirige é o povo do Nip/Tuck. Promete muito!
Pra terminar o novo poster do "Batman - Cavaleiro das Trevas" que quem já viu diz que é o "Poderoso Chefão" dos filmes de super heróis. 3 semanas só e é nóis!

"Barrados no Baile" é aquela série genial dos 90's que tinha dentre outros a vaca da Brenda, clássica!
Resolveram refazer a série, ou fazer um spin-off, como dizem por lá. A minha única pergunta é: pra que refazer se a gente já tem "Gossip Girl"?
Aqui a abertura do "Barrados..." original e a abertura de "Gossip Girl" remontada no estilo "Barrados..."
Tim Burton é Deus!
Tá, conta uma nova!
Todo mundo sabe, o cara é genial mesmo, fez escola. Faz filmes cada vez melhores, escreve livros maravilhosos e continua na ativíssima com seu humor peculiar e seu "mundo" também peculiaríssimo, apesar da porcaria que é o filme do barbeiro "Sweeney Todd".
E o mais bacana disso é quando a gente vê referências dele em outros trabalhos.
Assistindo David Letterman ano passado, eu vi uma entrevista do grande diretor Barry Sonnenfeld (de Família Adams, dentre outros). Ele estava lá pra promover o lançamento de uma série nova, Pushing Daisies.
Fiquei impressionado pela entrevista porque o cara é um demente, bem engraçado. Falou bem demais, mostrou a bota de cobra dele e falou absurdos. Quando ele mostrou o trailer do primeiro episódio, fudeu!
Eu acho que os caras devem ter tentado chamar o Burton pra dirigir, porque tudo tem a ver com ele.
A série é do mesmo cara que escreveu Dead Like Me e também fala de gente que já morreu.
Quase.
Na verdade é a história de um cara que consegue trazer os mortos de volta à vida por 1 minuto, com o toque de seu dedo. E daí tem que tocar de novo pra pessoa morrer de novo, porque se a pessoa continua viva, alguém que estiver por perto morre no lugar dela. E outra, se a pessoa continua viva, ele não pode mais tocar nessa pessoa, senão morre de novo. Ah, e pra "piorar", essa pessoa que continua viva não morre nunca mais!
Sim, um monte de coisas legais, idéias estranhas e que acabam funcionando bem demais.
O roteiro é ótimo, o elenco é ótimo e os personagens são bem legais. Agora, o legal do Sonenfeld é que ele deve ter levado uma equipe toda dele com diretor de arte fodão e o mundo que eles criaram pra isso tudo é fenomenal, bem onírico, bem colorido, bem lindo mesmo.
Se o primeiro capítulo for mesmo usado como linha pra todo ano dea série, vai ser o estouro de comédia do ano, com certeza. e a dupla principal, Lee Pace e Anna Friel, vai ser a revelação do ano. Ou já é!
Mais vício, mais download e o melhor de tudo é que estréia hoje a noite aqui no cabo.
BTW, Pushing Daisies quer dizer "morto e enterrado", tipo o cara que já tá a sete palmos "empurrando margaridas de baixo".
Dirt é um seriado que na sua segunda temporada nos EUA, estréia por aqui semana que vem no canal pago People And Arts. Um dos meus preferidos do último ano, estrelado e produzido por Courtney Cox Arquette, a Monica do genial Friends, Dirt mostra o mundo de um tablóide americano, uma revista de fofoca como só pr'aqueles lados existe. E Courtney é a editora da revista, pouco amada e muto odiada por todo mundo que possa estampar alguma de suas capas bombásticas.
Tem sexo, muito sexo, morte, corrupção, mais sexo, menores, doideiras, cabeças cortadas, assassinatos, suicídios, mais sexo, traições, tudo que pode atrair a massa pra comprar uma revista que poucas vezes fala bem de alguém e na grade maioria das vezes acaba com toda e qualquer reputação. E o melhor é que os roteiros são quase sempre baseados em fatos verídicos, então podemos localizar as Britneys e as Paris da vida no seriado. Uma frase que resume muito a série é da própria personagem de Courtney, que numa festa de caridade pra reforma de um hospital, no seu discurso diz às personalidades presentes: "se vocês doarem metade do que gastam com botox e prostitutas, o hospital consegue ser reformado em 1 semana". Imperdível.
A estréia da semana passada nos EUA foi a nova série da criadora da "falastrona" Gilmore Girls, "The Return Of Jezebel James", onde a rainha do indie americano Parker Posey faz uma mulher neurótica e, claro, falastrona, que pra engravidar, convida sua irmna mais nova, neurótica e, também, falastrona, pra ser sua barriga de aluguel, já que ela não pode carregar o filho. O que poderia ser uma bobagem, acaba sendo bem engraçado na linha da finada G Girls, escritas pela incensada Amy Sherman-Palladino, a mulher que consegue colocar o que ela quer no ar e a mulher que, na minha opinião, devia receber um crédito em Juno por insipiração intelectual.
E a minha descoberta dos últimos dias foi a de uma série que teve seu piloto rodado em 1990 na tv inglesa e engavetado por razões, hm, de medo, talvez. "Heil, Honey, I'm Home" conta a história do casal Adolf Hitler e Eva Braun, antes de estourar a guerra, morando num apartamento em Berlim vivendo uma vida aparentemente cotidiana e normal, tendo como vizinhos um casal de judeus. O piloto da série é de um humor ferino, eles não poupam nem os nazis, nem os judeus e nem os ingleses. Eva Braun dá bronca em Adolf que chegou atrasado pro jantar e ele se desculpa dizendo que é o Fuhrer, que ele pode. É ótima. No youtube dá pra assistir partes do episódio, e vale bem a pena.
Dizem que nos EUA a tv é o novo cinema, que as coisas boas têm saído da televisão, enquanto os filmes, continuam na mesma pasmaceira de sempre, salvas raríssimas exceções.
Eu sou um junkie de seriados, assisto muitos, baixo, gravo e revejo. Dois ótimos seriados, um novinho, e outro que entra na segunda temporada, me deixaram de boca aberta esses últimos dias, super bem impressionado. Já outro, me deixou de boca aberta também, mas porque quase vomitei com o mau gosto. Primeiro os bacanas.
ELI STONE
É novo, ainda no segundo episódio e é ótimo, sobre um advogado de São Francisco vivido pelo grande Jonny Lee Miller, o Sick Boy do Trainspotting, que um dia começa a receber mensagens do além através de músicas do George Michael! Engraçado, sério, rápido, mordaz, fala do que a gente espera mas de uma forma nova e boa. Com um elenco de apoio ótimo, a série promete!
SKINS
Série inglesa sobre molecada pós adolescente que se joga bem. Imagina se a Globo tivesse culhão e fizesse Malhação com gays, drogas, festas, gente vomitando, música boa, pais doidos. Isso é SKINS, mostram tudo e mais um pouco. E a trilha é ótima, no primeiro episódio da segunda temporada tem grimme, tem drum and bass, tem Dj Shadow, tem glow sticks, tem ácido e o ator principal é o Nicholas Hoult, o moleque gordinho do "About A Boy", lembra do filme? Passa aqui na HBO, pelo menos a primeira temporada, espero que continue por lá essa nova.
E o lixo é "Celebrity Rehab with Dr. Drew", triste de dar dó. Imaginem um monte de sub celebridade com problemas (óbvio) que vão de vício em Xanax pra baixo, numa casa, sendo tratados por esse Dr. Drew, cheio de lição de moral. Triste, pouco engraçado às vezes, mas nem vale a pena, só se todas as outras já tiverem sido vistas.



