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Recuerdos de Sean Young.
27.05.11 13:51Deixe seu comentário

Sean Young é uma das minhas atrizes preferidas de todos os tempos só pelo fato de ser quem é no meu filme preferido de todos os tempos "Blade Runner - Caçador de Andróides".

 

Dizem que ela é um puta louca, que briga com todo mundo, inclusive fisicamente. Como não amar?

 

Mas uma das coisas mais legais dela é o site da fofa, cheio de curiosidades e recuerdos, como essa galeria de polaroids que ela fez nas filmagens de "Blade Runner", como nessa abaixo dela com Harrison Ford. Incrível!

 

Sean Young e Harrison Ford

 

E outra é esse curta que ela em Super8 fez dos bastidores de "Duna" do Lynch: muito leggal ver o diretor meio moleque, o prodígio, com todo mundo do elenco e tal.

 

 

Fodona é pouco, né?

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
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David Lynch dirige Duran Duran.
22.03.11 11:21Deixe seu comentário

Amanhã vai ter show do Duran Duran ao vivo na net, dirigido pelo David Lynch.

 

Todos os detalhes estão aqui nesse post do meu outro blog.

 

E em homenagem ao diretor mais bacanão de todos, segue um chart de comparação do cabelo dele com obras de arte. Será que em casa ele pega livros de arte e usa de referência pra se pentear?

 

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Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
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"Grandmother" do David Lynch. Doideira de 1970.
05.05.09 15:231 comentário

 

David Lynch é foda e surpreende sempre. Desde seu twitter esotérico onde ele posta uma vez por dia dizendo como está o tempo em Los Angeles até sua fundação quase que de auto ajuda, mas claro, com um toque peculiar que nos deu um show dias atrás com Paul MacCartney ao lado de Ringo Star.

 

Mas aqui vai seu terceiro filme pra todo mundo ver. Feito em 1970 em sua casa com um orçamento de módicos US$ 7.200,00, "Grandmother" conta (médio) a história de um menino que meio negligenciado pelos seus pais, planta no porão umas sementes estranhas e delas nasce uma avó que supre tudo o que seus pais não lhe dão.

 

Pois é, ontem eu falei do "Sinédoque Nova Yorque", de surrealismo, e aqui eu continuo com esse filme do Lynch. Acho que essa semana vai ser dedicada.

 

 

 

 

 

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
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"Sob Controle" e "Horas de Verão"
22.10.08 10:402 comentários

Assistir no mesmo dia a Juliete Binoche e a Julia Ormond em dois filmes diferentes, bacanas, foi um privilégio.

 

Binoche loira no filme de Olivier Assayas, "Horas de Verão", filme bem bom do diretor dos filmes que tratam de família e que sempre surpreendem. Nesse caso, a matriarca morre e deixa uma herança quase pesada pra seus 3 filhos já adultos resolverem o que fazer com a história deles. E claro que um segredo vem à tona. Mas o filme é sem dramas, sem desesperos, é o Assayas como nunca tinha visto antes, quase contido, mas alfinetando bem através da empregada que depois de trabalhar pra eles a vida toda, resume o que poderia se esperar que algum dos filhos dissesse. No final das contas o filme mostra mesmo que a França, ou a cultura francesa, já nem existe mais, numa metáfora quase exagerada com os filhos da matriarca morando fora, os netos não se importando com a casa e jogando bola dentro do estúdio "sagrado" da casa. Mas apesar desse "recadinho" do diretor, o filme é fodão. Eu fiquei meio chocado com o ritmo do filme no início, mas logo ele entra num clima bem bom, graças a direção de atores sempre correta. Vale a pena.

 

 

Julia Ormond, depois de tempos sem vê-la em lugar nenhum, ressurge ao lado de Bill Pulman no novo filme da filha do David Lynch, Jennifer. Depois do desastre de "Encaixotando Helena", ela demorou tempos pra repensar a vida e fez um filme até que razoável, esse "Sob Controle". Um casal de agentes do FBI, os dois citados ali acima, chegam em uma cidadezinha no meio do nada pra tentarem descobrir sobre uns assassinatos que vêm ocorrendo por lá. Tudo é meio estranho, a trilha é quase fúnebre, ditando o tom do filme, mas a direção ainda tem uma mão pesada, tirando até a atenção devida em algumas cenas cruciais, como no interrogatório da menina de 9 anos. Mas o filme acaba valendo a pena por uma cena de sexo bem no final, genial e ousada até mesmo pra esse filme. E claro que o pai da diretora, David, é o produtor do filme, assim, sua influência é vista ao longo de toda a película. Mas não se deixe enganar pelos créditos iniciais e os animais mortos aqui e ali, apesar do roteiro espertinho, o filme é mais careta do que parece mesmo.

 

 

Fabilipo
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